Com as lamechices e pouco profissionalismo já habituais no jornalismo português, aparecem artigos em jornais e na televisão que vêem papagueando acerca deste tema sem que se perceba concretamente o que está em causa.
Muito provavelmente querem mais dinheiro, ou no minimo estão com medo de baixarem ordenados, pois como de costume as más condições de trabalho, excesso de horas, etc... tudo se troca por patacos por aqui.
Quanto mais? Fará sentido?
Uma busca no google revela que mais gente ficou sem perceber e aparecem alguns comentários e links para artigos como este
De onde se percebe que ganham acima do comum proletário português, cortesia dos sindicatos e monopólios instituidos pelo estado, com ajuda preciosa das baboseiras debitadas pelos meios de comunicação.
São qualificados? E os Engenheiros, Advogados, Arquitectos, Enfermeiros.... por acaso ganham mais?
Quantos Portugueses desempregados e com empregos piores estão dispostos a fazer este trabalho que para estes senhores é tão desinteressante? Quanto tempo levava a formar novos estivadores para substituir estes? 1 mês? 6 meses? 1 ano? Às tantas era mais rápido que esperar o fim da greve.
À semelhança de tantas empresas públicas, institutos, fundações, cargos de doutores e outros que tais. A solução é simples: fechar à sexta-feira para abrir na segunda-feira com novos ou mesmos trabalhadores e administradores que queiram trabalhar com ordenados de 2012 ajustados à realidade actual.
Chega é desta macacada de uns no bem bom com ordenados anafados a brincar às greves e outros no desemprego ou obrigados a emigrar de um Pais falido sem perspectivas de futuro.
Muito provavelmente querem mais dinheiro, ou no minimo estão com medo de baixarem ordenados, pois como de costume as más condições de trabalho, excesso de horas, etc... tudo se troca por patacos por aqui.
Quanto mais? Fará sentido?
Uma busca no google revela que mais gente ficou sem perceber e aparecem alguns comentários e links para artigos como este
De onde se percebe que ganham acima do comum proletário português, cortesia dos sindicatos e monopólios instituidos pelo estado, com ajuda preciosa das baboseiras debitadas pelos meios de comunicação.
São qualificados? E os Engenheiros, Advogados, Arquitectos, Enfermeiros.... por acaso ganham mais?
Quantos Portugueses desempregados e com empregos piores estão dispostos a fazer este trabalho que para estes senhores é tão desinteressante? Quanto tempo levava a formar novos estivadores para substituir estes? 1 mês? 6 meses? 1 ano? Às tantas era mais rápido que esperar o fim da greve.
À semelhança de tantas empresas públicas, institutos, fundações, cargos de doutores e outros que tais. A solução é simples: fechar à sexta-feira para abrir na segunda-feira com novos ou mesmos trabalhadores e administradores que queiram trabalhar com ordenados de 2012 ajustados à realidade actual.
Chega é desta macacada de uns no bem bom com ordenados anafados a brincar às greves e outros no desemprego ou obrigados a emigrar de um Pais falido sem perspectivas de futuro.